Rampardos e garchomp entraram pela entrada que Steelix lhes desbloqueara. A entrada dava para um túnel cilíndrica. Rampardos e garchomp começaram a atravessarem-nos constatando que ele serpenteava dentro das entranhas da montanha. Nas paredes num intervalo regular de cerca de dois metros haviam tochas presas ao seu suporte ao iluminarem o túnel com as suas chamas escarlates.
-Muito fino, o grande Sábio, não? -Comentou Garchomp olhando para as tochas.
-Bem, a não ser que conseguisses andar por aqui ás escuras, ainda bem que há estas tochas por aqui- retorquiu Rampardos.
Após o que lhes pareceram horas, após uma curva no túnel caprichoso, viram uma espécie de entrada para uma sala. De lá vinha a luz de várias tochas e variados sons, alguns giratórios outros espalhafatosos. Chegou-lhes também aos ouvidos o que pareciam ser bagas a serem devoradas com pequenas dentadas. Garchomp e Rampardos aproximaram-se cautelosamente ficando a escutar. de repente uma voz imperiosa proferiu num tom de comando, vinda do antro:
-Aproximem-se forasteiros!
Rampardos e Garchomp deram os passos que faltavam para entrar na sala. Passaram a entrada e a mesma voz ordenou-lhes:
-Façam a vénia!
Os dois assim o fizeram, não tendo tempo sequer para vislumbrar como era aquele espaço. Por fim a voz ordenou que se levantassem e de imediato os dois se meteram a direito olhando para aquele covil: era pequeno, embora tivesse um tecto alto. Dum lado sobre várias mesas de madeira(Algumas com uma ou duas pernas a menos)havia resmas e resmas de papéis escritos e com ar de serem velhos, e que eram tão numerosos que juncavam o chão em seu redor. Do outro lado haviam cestos de ráfia do tamanho de bidons empilhados uns sobre os outros e a abarrotar de bagas de variadas formas, cores e tamanhos. Um rápido avaliar pelo espaço permitia concluir que o espaço era de terra batida e endurecida de forma a não cair. Aqui e ali haviam várias tochas que faziam com que o espaço fosse francamente iluminado. No centro encostado á parede, havia um enorme trono de veludo vermelho e de ouro já baço, cujo apoio para as costas estava a cerca de três metros acima da cabeça de Rampardos e Garchomp. Sentado na cadeira estava um pokémon que Rampardos nunca vira, e ficou a olhá-lo com ar perplexo. Garchomp por outro lado empalideceu. Rampardos viu melhor o pokémon com mais atenção. A sua tez de pele era cinzenta embora tivesse um laivos arroxeados. Os seus braços terminavam em mãos de três dedos que se achavam juntos, estando a mão pousada por cima dos joelhos das pernas que estavam cruzados. Os seus peitorais estavam salientes. Na sua cabeça possuía duas saliências que tanto podiam ser cornos como orelhas. A sua cauda que começava a meio da sua barriga era longa e dum púrpura brilhante e estava enrolada num círculo á volta do seu corpo. Um tubo saia das costas do pokémon e encaixava na nuca dele .Então ele abriu lentamente os seus olhos dum roxos impressionante que até chegava a intimidar e proferiu:
-Refiram ao que venham!
-Deixa-me falar com ele primeiro- Murmurou Garchomp a Rampardos enquanto dava um passo em frente. Garchomp fez um ligeira vénia e numa voz alta e sonante disse:
-Ó Grande sábio, por favor vamos precisar da tua ajuda. Eu sou Garchomp e aquele é o meu amigo Rampardos...
-Ah!- Disse o Grande Sábio, cortando a palavra a garchomp- que rude, esqueci-me de me apresentar. Bom eu sou Mewtwo, mais conhecido por O Grande Sábio, aquele que tudo Vê e tudo Sabe. Qual é o vosso dilema?
-Bom -Começou Garchomp- É assim, o meu amigo Rampardos- Garchomp acenou com a sua garra para Rampardos- morreu á sessenta e cinco milhões de anos; e há umas horas foi trazido á vida de novo pelos humanos. e como é óbvio ele não sabe nada deste mundo e pensei que talvez soubesses de algo para dar sabedoria a ele para saber o essencial sobre este mundo...
Mewtwo fitou-os avaliadora mente, durante uns momentos de silêncio tão denso como a noite mais cerrada e depois declarou:
-Lamento...mas não vos posso ajudar...
Rampardos sentiu uma grande pontada de desapontamento. A viagem fora inútil. Então sentiu o olhar de Mewtwo cravado nele e encarou-o. Mewtwo saiu do seu assento a levitar alguns centímetros acima do chão a olhar para Rampardos como se fosse uma distracção medianamente interessante. Rampardos teve a sensação desagradável, que Mewtwo o radiografava. Então este disse:
-Ohhh...pareces ter poderes fora do normal. Nesse caso há uma hipótese...
-Que poderes fora do normal?!-Inquiriu rapidamente Garchomp.
-Este rampardos shiny que vês aqui á tua frente- Começou pausadamente Mewtwo- É capaz de controlar o elemento ardente que é o caos e a destruição, mas ao mesmo tempo a semente da vida. Ele também controla a fúria dos céus, quando eles se encobrem com um manto de nuvens cinzentas. E consegue levitar como um pássaro livre.
-Hããm...Troca isso por miúdos- Pediu Garchomp.
-Esse Rampardos sabe usar ataques de fogo da maneira que quiser, sabe usar poderosíssimos choques eléctricos e levitar tal como eu. Confirmas, Rampardos?
Rampardos engoliu em seco e anuiu com a cabeça. Garchomp olhou para eles com os seus olhos amarelos duma forma reprovadora e disse:
-Não me contaste nada sobre isso!
-Isso fica para quando sairmos daqui está bem?-Disse Rampardos, como quem pede desculpa- Bom, Mewtwo, de que hipótese estavas a falar?
-Há um Pokémon- Iniciou Mewtwo- Chamado Rayquaza. Ele tem um tesouro inimaginável, quem tem acumulado ao longo dos séculos. Sei por experiência própria, que ele tem entre as suas relíquias um cristal arrancado a um pokémon interspacial, de nome Deoxys. Segundo o que sei, se segurares o dito cristal nas mãos e proferires em voz alta, o campo em que desejas ter mais sabedoria e de imediato o cristal te dará essa dádiva. Mas tê em de ter cuidado, pois o sítio onde ele vive é quase inacessível e está bem guardado além de que ele não abrirá mão dos seus tesouros facilmente. Tomem isto- Mewtwo fez um aceno de mão e um papel com ar envelhecido, voou do meio duma pilha de papéis particularmente grande, voando pelo ar até pousar suavemente nas mãos de Rampardos- Esse mapa irá levar-vos á casa de Rayquaza. Desejo-ves sorte na vossa Demanda.
-Obrigado.- Agradeceram os dois retirando-se enquanto examinavam o mapa. Já de volta ao túnel envolto na semi-escuridão, Garchomp olhou para Rampardos e interrogou:
-Que é aquela história dos poderes?
Rampardos tirou os olhos do mapa que estava a contemplar e começou:
-Bem tudo começou quando...
E os dois continuaram a percorrer o túnel, envoltos na conversa e nos seus pensamentos...
Continua....
-------------------------------------------------------------------
Perguntas
1-Conseguirão chegar vivos até Rayquaza?
2-Conseguirão o cristal?
Isto e muito mais revelado no próximo episódio.(Ou não XD)
-------------------------------------------------------------------
Fiquem a saber que isto não é uma tasca para vocês fazerem publicidade ás vossas fics. Se volto a ver algo do género na minah fic...uuuuiii >.<
Ps:Gostava de ter alguns comentários mais bem construídos. Comments tipo "Tá bom, continua!", incentivam mas gostava também dum comentário complexo de vez em quando a apontar algo que esteja mal e que deva melhorar *sigh*Acreditem ou não, isso incentiva um escritor a escrever porque assim este lima as imperfeições para ficar cada vez melhor.
Pessoal, isto não é uma tasca
Os gajos que o Gaara e o Rex Detestam:
D - PT,Leafgreen,NORLEON,Rayquaza-X7 e jodh
Se quiserem entrar armem-se em espertinhos na Shoutbox! Banner by Squall Avatar by Gaara
Modificado pela última vez: 27-07-2008 23:38 por Rex Exploder.
bem não comento à muito tempo e hoje apeteceu-me comentar a famosa história do rampardos
-a fic em si está boa e achei até bastante boa apenas não estou a gostar de uma coisa que é o facto de prenderes a história por exemplo o capitulo de irem a casa do mewtwo fiquei desiludido numa coisa esperava mais acção no entanto tambem precebo que fosse preciso pouca acção no ultimo capitulo mas podias ter feito uma troca de ataques entre o mewtwo e o rampardos sempre dava mais acção
-tambem tens alguns erros não me lembro bem mas acho que escreveste "lavios" aconcelho-te ou a escrever a word e aquilo dá um alerta se estiver mal escrito ou reler o que escreveste
tirando isso gostei especialmente do facto de continuares a fazer optimas descrições
continua a escrever tão bem como o sabes fazer
Hatch:388 Bayleef:421 Meganium:469
Lv.100: 673
obrigado EBoy pelo avatar, ao Groferno pela sign e à Luna pela moldura da sign
Acho que até já te dei Warn por estares a fazer publicidade à tua história neste tópico. Continua com isso que o warn vai subindo e a tua história será fechada, é a última vez que te aviso.
3º capítulo: Tinhas alguns erros na pontuação, por exemplo, em frases como "(...) disse o Garchomp." puses-te ponto de interrogação em vez de ponto final. Vi umas seis frases assim. Também reparei em algo esquisito: se alguém te dissesse que era um homem das cavernas e que estivera congelado durante dois mil anos, tu chamavas-lhe maluco! Posto isto, não me parece que o Garchomp acreditaria imediatamente na história do Rampardos. Mas isto sou eu, podes ter uma opinião diferente.
4º capítulo: Este estava melhor, mas têm falhas. Na frase "Aqui e ali haviam várias tochas que faziam com que o espaço fosse francamente iluminado." , acho que devias substituir francamente por fracamente, tem mais a ver, a não ser que seja erro ortográfico. Depois, não era mais fácil o Garchomp dizer ao Rampardos tudo o que sabe e que seja importante em vez de andarem para aí à procuro do Rayquaza? E ainda, quando eles estão a sair, o Garchomp parece demasiado calmo quando à minutos estava zangado por lhe terem sido escondidos os segredos dos poderes do Rampardos.
Mas continua, está muito bom.
Respostas: Sim, se não a fic acabava.
Sim, depois de uma longa luta.
Após algum tempo a andar naquele túnel, Rampardos e Garchomp saíram do túnel, precisamente quando Rampardos terminava a narração dos seus poderes. Esticaram-se ambos quando alguns raios de Sol conseguiram passar o manto das nuvens. Rampardos de repente apercebeu-se que ainda não tinha comido nada desde que fora reavivado do fóssil:
-O que é que se morfa por aqui?- Questionou.
-Muitas coisas- Respondeu Garchomp, virando-se para ele e começando a enumerar: Pidgeys, Hoothoots, Taillows, Starlys...
-Eu não sei que pokémons são esses- redarguiu Rampardos tranquilamente.
Garchomp olhou para o céu. Um bando de ruidosas árvores de pequeno tamanho de asas e corpo castanho e ventre amarelo, sobrevoava a área, contrastando com as nuvens do céu que começavam a afastar-se. Garchomp disse-lhe algo que soou como "espera aqui" e desatou a correr em direcção ás árvores.Rampardos observou-o curiosamente. E então sem pré-aviso Rampardos ergeu a cabeça em direcção ao céu e viu boquiaberto, Garchomp a saltar sobre o bando de aves com as suas barbatanas dos braços a brilhar intesamente á luz do Sol. Antes das aves terem-se apercebido da sua presença, Garchomp ceifou com as lâminas duas das aves que caíram ao chão com um baque surdo por entre sangue e tripas. Garchomp aterrou no chão delicadamente, retirando o sangue das suas lâminas e observando contente a expressão espantada de Rampardos. Garchomp apresou-se a explicar:
-Estes aqui.-Apontou para as duas aves esventradas que ainda jaziam no chão- São pokémons chamados Pidgeys embora entre a nossa raça, lhes chamemos almoços-terminou num tom mordaz.
-Bom vamos comer?-Questionou logo Rampardos.
-Tu sabes usar fogo não sabes?-Inquiriu Garchomp.
-S-sim- Confirmou Rampardos- O que é que isso tem a ver com isto?
-Estas aves ficam muito melhor se forem expostas ao fogo durante um momento ou dois- Redarguiu Garchomp.
-Muito, bem...Afasta-te!
Garchomp recuou alguns passos. Rampardos conjurou uma bola de fogo na sua boca que lançou contra as duas aves. Por alguns momentos ficaram a arder, como as tochas da caverna de Mewtwo. Então o fogo extinguiu-se e Rampardos pode ver que as penas que cobriam as aves tinham ficados reduzidas a um pequeno véu de cinzas. A carne tinha ficado duma cor acastanhada-avermelhada e deitava um cheiro de crescer água na boca. De imediato Garchomp e Rampardos lançaram-se a comida. Durante algum tempo só se ouviu o som de carne a ser mastigada por dentes e o baque ocasional de um osso a ser arrancado do seu lugar original. Então Garchomp quebrou o silêncio e bramindo uma coxa assada meio comida, perguntou:
-Então...qual é o caminho para chegarmos ao lar de Rayquaza?
Rampardos puxou o mapa para si e respondeu:
-Não é muito longe daqui. Arriscaria dizer; um dia de caminhada.
-Por onde temos de passar?-Inquiriu Garchomp
-Pela Floresta de Teias.
-QUÊ?!...
Garchomp teve um espasmo e quase de engasgou com um pedaço de carne. Ainda a respirar grandes golfadas de ar Garchomp explicou-se:
-Esse lugar, dá-me calafrios. Diz-se que e um sítio assustador cheio de criaturas horríveis!
-Nada que não me tenha deparado antes- Disse Rampardos revirando os olhos.Tinha-se acabado de lembrar da sua pequena aventura na floresta de Armaldo.
-AH, pois, Tu não sabes os rumores de lá-Comentou Garchomp- Diz-se que há pokémons que lá entraram e nunca mais voltaram!
-Bah, historietas- Desvalorizou Rampardos, levantando-se enquanto acabava de dar a sua última dentada no Pidgey-Vens?
-Sim, c-claro-Balbuciou Garchomp comendo o pedaço de carne que restava do seu Pidgey e atirando os ossos para longe. Levantaram-se e desceram a encosta oeste da montanha como estava descrito no velho mapa. Por fim chegaram a uma barreira de árvores enroladas em arbustos: a entrada da Floresta das Teias. Garchomp e Rampardos enteolharam-se e a custo entraram na floresta. Mal passaram as árvores ficaram envoltos na semi-obscuridade. Olharam para o tecto que as copas das árvores formavam. Não se via um único rasgo de céu por entre a densa folhagem. Rampardos invocou uma pequeno bola de fogo que ficou a pairar alguns centímetros acima da mão de Rampardos. E eles foram avançando, Garchomp cortando alguns arbustos e ramos para facilitar a passagem, e Rampardos fornecendo luz. De repente algo branco reluziu por um momento á passagem da chama que Rampardos carregava. Rampardos virou-se lentamente sem querer saber se queria mesmo ver ou não. Garchomp também se virou e viram perfeitamente horrorizados um crânio dum pokémon cuja espécie Rampardos ignorava, a baloiçar indolentemente suspenso no ramo da árvore por alguns fios brancos de aspecto frágil. Então chegou-lhes aos ouvidos o ruído de pequenas patas a subir troncos de árvore num frenesim silencioso. Engoliram em seco e continuaram. Á medida que iam avançado naquela floresta macabra via-se cada vez mais ossos suspensos. Então as árvores começaram a rarear e chegaram a um espaço que não se podia chamar uma clareira, talvez um pequeno intervalo da imensidão de árvores. Nesse espaço havia uma grande teia suportada nas árvores circundantes. Esqueletos(alguns deles completos) juncavam o chão á volta. Nesse lugar era possível ver razoavelmente bem, pois os ramos não encobriam tudo nesse lugar. Os ruídos aumentaram e de repente das árvores saíram batalhões de pequenas criaturas verdes com seis patas aneladas que eram constituídas pela cabeça e o abdómen com alguns riscos no abdómen e duas presas na sua cabeça e um ferrão entre os olhos pretos e rodearam-nos. Antes de Rampardos e Garchomp poderem reagir. Todas elas dispararam jactos daquele fios de seda que se enrolaram a volta dos dois, imobilizando-os por completo, tendo ficado apenas a cabeça de fora. As pequenas criaturas pegaram neles e penduraram-nos de cabeça para baixo na teia e recuaram. Então das copas das árvores deslizaram graciosamente seis criaturas, parecidas com as pequenas mas muito mais assustadoras: O seu ferrão entre os olhos estava muito mais desenvolvido e desenvolvera outro na parte de trás do abdómen. O seu corpo era vermelho com algumas riscas pretas. Tinha quatro patas, parecidas com lâminas de cor amarela e roxa e outro par na parte de cima do abdómen que estavam esticadas para o céu. A primeira avançou e disse:
-Oh, parece que temos novas presas! Talvez precisem duma explicação disto antes de morrer...
Afastou-se e deixou outra a avançar que declarou:
-Aqueles ali são os Spinaraks- Apontou para as criaturas verdes no chão e continuou- Nós somos os Ariados. A floresta das Teias é o nosso lar e matamos quem quer que cá entre. Vocês entraram. O vosse destino foi selado. Despeçam-se da vida e sintam-se honrados por serem a minha próxima refeição!
Os seis Ariados aproximaram-se com o veneno a escorrer das suas presas e um olhar demente nos olhos...
Continua...
--------------------------------------------------------------------
Perguntas :
-Conseguirão safar-se de Ariados?
-Ou morrerão ás mãos deles com as tripas liquefeitas?
Isto e muito mais no próximo episódio (ou não xD)
--------------------------------------------------------------------
@FGouveia- Bom agora ando a corrigir os erros. Quanto ao grande Sábio, não sabia quem por além do Mewtwo.Talvez um Magikarp Sobre-Dimensionado...Já agora também nãp fazia sentido eles lutarem com o Mewtwo visto que ele é o Grande Sábio. Assim parecia que os lendários aqui na fic são raivosos D:
@OnlymexD12- Obrigado pelo comentário ^^. (Eu fiz um livro para ti XD. Tou a acabá-lo)
@Infernal Blaster-Mesmo que o FGouveia. (Agora podia ser um Slowpoke XD)
@Pokéruler-Não eu não cometi nenhum erro quando disse "francamente iluminada". A expressão é sinómino de "bem iluminada" ;D. E repara que eu não contei o discurso todo do Rampardos. Ele disse uns argumentos para convencer o Garchomp. Alem de que 65 milhões de anos depois os rampardos estão praticamente extintos, havendo apenas o que foram trazidos á vida dos fósseis, o que torna a história mais plausível. E aquilo á saída o garchomp não estava propriamente calmo, apenas estava a reprimir a "raiva". Vou tratar dessa pontuação
E se lerem isto postem por favor, porque dará um incentivo para eu continuar
Yay, post 300 XD
Os gajos que o Gaara e o Rex Detestam:
D - PT,Leafgreen,NORLEON,Rayquaza-X7 e jodh
Se quiserem entrar armem-se em espertinhos na Shoutbox! Banner by Squall Avatar by Gaara
Modificado pela última vez: 27-07-2008 23:39 por Rex Exploder.
No entanto, também tem erros. Erros ortográficos como vosse em vez de vosso. Em "(...)batalhões de pequenas criaturas verdes com seis patas aneladas que eram constituídas pela cabeça e o abdómen com alguns riscos no abdómen e duas presas na sua cabeça e um ferrão entre os olhos pretos e rodearam-nos." deveria ser (...) que os rodearam e não "(...) e rodearam-nos.", não sendo também preciso repetir abdómen. Depois, quando assamos frango, colocamo-lo um pouco acima do fogo, não directamente exposto, como os Pidgeys. Nesta situação, os Pidgeys ficariam carbonizados e, consequentemente, intragáveis, não apetitosos. E ainda, quando dizemos muito bem não os separamos por uma vírgula.
Continua a escrever senão serás atacado por um batalhão de Ariados!
Respostas: Sim, senão a fic acabava.
Não, irão assá-las tal como fizeram com os Pidgeys.
P.S.: A minha correcção pode parecer estúpida.
Modificado pela última vez: 18-03-2008 22:47 por Pokeruler.
O Ariados aproximou-se de Rampardos, impotente sem se poder mexer. Sentia o cheiro rançoso do veneno, que escorregava graciosamente das presas de Ariados e caia na pele de Rampardos, queimando levemente no sítio onde as gotas caíam. O Ariados começou a cortar com as patas alguns fios, duma forma quase obscena, para aceder melhor ao pescoço de Rampardos. Olhou para o lado. Garchomp tão ligado quanto ele estava com um ar aterrorizado enquanto o Ariados dele, preparava-se para lhe dar a dentada letal. Então a estrela que Garchomp possuía tinha começado a brilhar dum débil verde. Rampardos interrogou-se o que estaria a acontecer com ele. Ariados estava tão perto da garganta que podia sentir as presas contra a pele dele. Então quando sentia que a sua vida iria terminar ali, com a dentada de Ariados, ouviu um grito sibilado de dor. Ariados deteu-se na sua tarefa. Ainda enrolado no eu casulo Garchomp rugia, as suas mandíbulas abertas, mostrando os seus colmilhos afiados, com a estrela a brilhar mais e os olhos a parecerem dois faróis. Ariados estava e, que estendido no chão, com as patas a cobrirem a cara, e a fumegar. Garchomp debatia-se mais e mais para livrar-se dos fios de seda. Os spinaraks recuaram assustados. Até os Ariados pareciam intimidados. Então com um rugido tremendo que trespassou as árvores em redor, os fios cederem e Garchomp caiu delicadamente no chão parecendo enfurecido. Voltou o seu olhar para os Spinaraks e abriu a boca. O peito de Garchomp inchou e da sua boca saiu uma espécie de super sopro de ar verde, com laivos prateados. Dirigiu-os aos Spinaraks, que fugiram apavorados embora alguns ainda tivessem levado com aquele estranho ar. As bases das árvores apodreceram e cederam, fazendo os gigantes cair, impotentes na terra. Lançou para o ar mais um rugido de cólera antes de os olhos e a sua estrela pararem de brilhar. Ele caiu em si, e por momentos ficou a olhar desvairado. Então a voz de Rampardos fez-se ouvir:
-Dás-me uma ajuda?OI!Estou prestes a ficar com as tripas liquefeitas!- o Ariados tinha-se voltado a concentrar nele. Garchomp atirou-se como um raio e num movimento rápido e fluído da garra, cortou as cordas que prendiam Rampardos, as presas do Ariados cravando-se onde segundos antes estava o pescoço de Rampardos. Este caiu redondo no chão. Levantou-se e recompôs-se e num instante pegou fogo á teia, com as suas chamas ardentes. Os ariados atiraram-se espavoridos. Rampardos, pegou no braço de Garchomp e desatou a correr a toda a velocidade no sentido do lar de Rayquaza. Ouvi os Ariados gritarem "Apanhem-nos!!" Batalhões de Spinaraks saíram das árvores em muito maior numero que antes. Corriam, pelo chão da floresta ou saltavam de árvore em árvore, parecendo juntos uma enorme onde de muitas patas que invadia e cobria tudo. Os spinaraks estavam cada vez mais perto. Rampardos corria o mais depressa que podia a segurar firmemente o braço de Garchomp. Eles aproximavam-se cada vez mais. Alguns esguichos de veneno passavam por eles ocasionalmente. Rampardos corria pela vida dele, serpenteando pelas árvores e arbustos. De repente Rampardos estacou e atirou Garchomp por cima do ombro. Este foi atirado cerca de vinte metros antes de embater no chão. Rampardos virou-se para a horda de Spinaraks enfurecidos de braços abertos. Garchomp viu aquilo e logo soube o que ele ia fazer. Mas ele já não podia fazer nada. Limitou-se a lançar um grito de horror quando o bando de spinaraks caiu com toda a força em cima de Rampardos envolvendo-o por completo. Garchomp estava em estado de choque. As garras cravaram-se no chão quando ele sem alento se deixou abater. Então um som semelhante a um trovão ouviu-se. Garchomp olhou para o monte que os Spinaraks formavam, mexendo hiperactivamente uns por cima dos outros. Alguns trovões saíram do centro e alguns Spinaraks saíram em voo electrificados, impotentes. Então com o som do rugido dum vulcão uma gigantesca coluna de fogo ergeu-se em direcção ao céu duma maneira espiralada. os spinaraks voaram por todo o lado, quais projécteis incadescentes, uns carbonizados e mortos, outros ainda vivos, mas a arder, caindo no chão por entre gritos de agonia. No centro da coluna de chamas Garchomp viu dois brilhos e uma sombra. Era os olhos de Rampardos a brilhar, o corpo notando-se pouco por entre as chamas ondulantes. Rampardos por entre as chamas ergueu as mãos. A coluna de chamas encolheu momentaneamente e depois alargou a um ritmo alarmante, consumindo as ervas e arbustos e lambendo as árvores, que se incendiaram como tochas, pegando fogo ás arvores em redor. Em pouco tempo a floresta toda ardia. Spinaraks fugiam por toda a parte. Ainda dentro da coluna de fogo, Rampardos ajoelhou-se e pôs o braço á frente da cara. Num segundo, Rampardos ascendeu a alta velocidade dentro da coluna, descendeu, quase ao nível do solo e num repente furou a coluna de fogo, ainda com algumas labaredas a girarem á volta dele. Ainda com os olhos a brilhar, pegou em garchomp por um braço e avançou pela floresta em chamas, derrubando árvores e tudo o que lhe aparecesse á frente. Ouvia Garchomp a praguejar mas isso não importava. Tinha de sair dali. Ao seu lado, os Ariados e os Spinaraks que ainda estavam vivos corriam pela árvores na esperança de se salvarem, fugindo aterrados do fogo. Rampardos já via a saída. Sentia o cheiro dos espaços abertos. Não conseguia ver nada por causa do fumo espesso. E então finalmente sentiu o cheiro dos espaços abertos. Olhou para trás. A floresta ardia intensamente. Os poucos Spinaraks e os seis Ariados tinham escapado á custa dumas queimaduras. Começaram a correr pela orla da floresta e desapareceram. Rampardos praticamente sem força, largou Garchomp e deixou-se cair no chão. Levantou-se a custo e olhou a paisagem. Era uma estranha paisagem: o terreno era inclinado estava coberto de vegetação rasteira. Do lado esquerdo haviam montanhas que pareciam tocar no céu. Entre elas havia um caminho. A esquerda, o terreno era mais instável, formando colinas e via-se o mar ao longe. Lá para a frente via-se planícies, planaltos e florestas. A terra era árida, uma vez que não possuía cursos de água e não havia vivalma em nenhum lado. Garchomp aproximou-se dele, agarrado ao ombro esquerdo e com um esgar no rosto:
-Argh!...Bom é onde?
Rampardos consultou o mapa. Estavam perto. Bastava atravessar um pequeno caminho que os levaria ao topo da montanha. Rampardos comunicou isso a Garchomp e este num tom mais animado incentivou-o a começar a andar. Quando puseram o pé no princípio do caminho, Rampardos perguntou:
-Ouve lá, o que foi aquilo da estrela a brilhar e do sorpo ardente?
-Ah, isso- Comentou Garchomp animadamente-Chama-se a Fúria do Dragão e só está presente em pokémons Dragão como eu. Mas não a controlamos. Activa-se automaticamente quando estamos em situaçõs de perigo...
Avançaram e enquanto Garchomp falava sobre a Fúria do Dragão, Rampardos sentiu-se animado ao sentir que as suas respostas estariam quase a chegar.
Continua...
--------------------------------------------------------------------
1-Chegarão ao lar de Rayquaza?
2-Garchomp alguma vez irá calar-se com a Fúria do Dragão?
Descubram no próximo cap. (ou não)
--------------------------------------------------------------------
@Pokémon Emerald: Obrigado
@Infernal Blaster:Idem
@FGouveia:Idem
@Pokéruler: Repara que os pidgeys só levaram com fogo um ou dois momentos,e as penas protegiam os pidjeis de se queimarem XD.
@Sh4ny:O mesmo que o PE
@O livro tá quase feito, Only mano XD
@Gabriel_8811:O mesmo que o Sh4ny
Os gajos que o Gaara e o Rex Detestam:
D - PT,Leafgreen,NORLEON,Rayquaza-X7 e jodh
Se quiserem entrar armem-se em espertinhos na Shoutbox! Banner by Squall Avatar by Gaara
Modificado pela última vez: 27-07-2008 23:40 por Rex Exploder.
Mas tem erros: "Ainda enrolado no eu casulo Garchomp rugia(...)" falta o "s" em seu e em "(...)parecendo juntos uma enorme onde(...)" deveria ser onda e não onde.
Mas está óptima.
Respostas: Sim.
Sim.
P.S.: Eu sei que sou um bocado chato com a correcção.
Gostei muito mais deste capítulo , provavelmente devido a ter tido mais acção do que os anteriores.
Na minha opinião os leitores gostam muito mais deste tipo de capitulo , muito mais emocionante , se quueres um conselho continua com este tipo de capítulo com batalhas emocionantes.
Rampardos e Garchomp subiram a montanha, enquanto este ultimo acabava a sua narração sobre a Fúria do Dragão, rematando que durante esse estágio, os ataques do tipo Dragão, aumentavam consideravelmente em força.
-E que ataque é que usaste contra os Spinaraks?-Inquiriu Rampardos.
-Respiração do Dragão-Esclareceu Garchomp- Não é bem como o fogo, mas faz danos semelhantes, ou seja queima, mas não provoca nenhum incêndio.Mas o que é que foi aquilo, da coluna de fogo e isso tudo?-Acresentou.
-Acho que libertei todo o meu poder de fogo, e descontrolei-me um bocado- Disse Rampardos encolhendo os ombros.-Hmm...parece que chegámos.
Á sua frente estava, plantada no cume duma montanha uma construção gigantesca. Era uma torre, feita de pedregulhos cinzentos, que contrastavam fortemente com as rochas vermelhas das montanhas. Em vários lugares, haviam grandes buracos, e aquilo tinha o ar de poder cair a qualquer instante. Um buraco de grande tamanho, na base da torre, indicava a entrada. O topo da torre não se via por entre os cúmulo-nimbos, que giravam ali a volta. Garchomp olhou para lá, como quem avalia as possibilidades.Virou-se para Rampardos e disse:
-Isto não me parece lá muito seguro.Tens a certeza que queres entrar?
-Sim-respondeu Rampardos categoricamente- vou a qualquer lado para obter as minhas respostas.
Raspou com as garras dos pés no chão e passou pelo buraco, que era a entrada, seguido de Garchomp. Rampardos olhou para cima: O sítio era gigantesco e completamente vazio por dentro. No cimo,no tecto da torre, havia uma enorme pedra quadrada, que se destacava das outras pedras em redor, que Rampardos julgou tratar-se dum alcapão, uma vês que no meio da rocha, havia um arnês de ferro, pendurado, a baloiçar. No centro daquele espaço, havia umas escadas de ferro, em caracol, enferrujadas pelo tempo e paravam ao pé do alçapão. Rampardos engoliu em seco e pôs o pé no primeiro degrau das escadas. Estas rangeram e o som, propagou-se por toda a torre, com estrépito. Rampardos começou a subir as escadas, seguído de Garchomp, que parecia estar muito nervoso. Enquanto subiam Rampardos, podia ver nalguns buracos na torre, alguns montes de palha, aparentemente sem ninguém a habitá-los. Estavam a meio da escadaria. Rampardos, já sentia algum cansaço. Agarrou-se ao corrimão e deu um passo. Uma bala azul! Algo sem contornos definidos, talvez devido á velocidade a que ia, passou que nem um míssil, por Rampardos, quase fazendo-o desequilibrar-se e cair em cima de Garchomp. A mancha voltou e estacou á frente de Rampardos, a pairar no ar. Era um dragão de grandes asas vermelhas curvilíneas, e de cor azul, de forma quadrúpede. possuía uma causa longa, sendo a parte de baixo vermelha. Em cada extremidade dos seus membros possuía um trio de garras brancas e afiadas. No seu pescoço longo, havia uma grande mancha vermelha. Em cima dos seus olhos pretos semicerrados, possuía duas saliência vermelhas. Dos cantos da boca cheia de colmilhos saíam três grandes saliência azuis de cada lado. Uma mandíbula branca sobressaía-se. O ventre estava coberto por três placas brancas. dragão estalou as garras e de todos os buracos da gruta, saíram projécteis de cor laranja, que estacaram atrás do dragão azul. Eram bípedes, com pequenas asas. Se as suas caras estivessem relaxadas, teriam um aspecto relativamente amigável. No entanto as suas faces exalavam ódio. Um pequeno corno sobressaía, das cabeças deles, entre duas extensões de pele, finas e longas. Em cada pequeno braço que possuíam, viam-se três garras afiadas, de aspecto mortífero. As suas longas caudas enrolavam-se a volta das suas pequenas asas, verde-vivo. O dragão azul escancarou a boca e falou:
-Saudações forasteiros! Eu sou Salamence, o líder dos guardiões, que protegem o nosso mestre! este é o meu exército de Dragonites!-Apontou com a cabeça para os dragões laranjas e prosseguiu.- O meu mestre está ferido, bastante ferido, e precisa de tratar-se. Não receberá ninguém. E se se atreverem a ignorar o nosso aviso.-Mostrou as garras em riste.-Sofrerão as consequências!!!
-Mas nós não iremos!-Atroou Rampardos.-Isto é demasiado importante!
-Nesse caso...-Salamence fez uma pausa deliberada e continuou- ATAQUEM!!!!
Os Dragonites conjuraram, bolas de energia laranja, que de imediato se transformaram em raios de energia laranja, que lançaram contra Rampardos e Garchomp. Rampardos pegou no punho de Garchomp e começou a correr pela escadaria acima, enquanto os Dragonites perseguíam-nos com aqueles raios de energia laranja, que acertavam no vazio ou na escada. Um raio de energia particularmente forte. Um som metálico ensurdecedor.Quando Rampardos e Garchomp olharam para trás, viram que a escada quase toda, tinha caído, desmanchando-se toda, contra as paredes da torre. Os Dragonites tinham começado a rodopiar a volta de Rampardos e Garchomp, bloqueando-lhes a visão. Rampardos pensava freneticamente em como escapar da prisão em que os Dragonites os tinham metido. Começou a sentir um brilho a açoitar-lhe os olhos. Olhou desvairada mente. Os Dragonites tinham apertado o círculo e estavam prestes a usar os raios de energia mesmo em cima deles! Garchomp parecia aterrorizado. Rampardos berrou:
-Garchomp! Dá-me cobertura!
Garchomp assentiu com a cabeça e começou de novo a usar a Respiração do Dragão (que era um super sopro de respiração verde-claro, com laivos prateados) contra os Dragonites. Alguns que eram atingidos despenhavam-se, mas de imediato apareciam mais. As bolas de energia dos Dragonites estavam cada vez maiores. Garchomp continuava a usar desesperada mente a Respiração do Dragão. Rampardos tinha fechado os olhos. Tinha os punhos cerrados, e parecia querer que os seus braços ascendessem, pelo ar carregado, com que estava. Gotas de suor caíram-lhe da testa. Então com um BUM! ruidoso, saíram rochas do chão da torre, subindo a grande velocidade. As rochas estavam cada vez mais perto. Era a sua última hipótese. Os Dragonites dispararam os raios de energia laranja. Rampardos num esforço supremo, fez as rochas no último momento formarem uma barreira, em volta dele e de Garchomp. Os raios bateram nas rochas que explodiram. Os momentos seguintes foram confusos. Guinchos de dor, poeira, sangue, restos dos raios de energia. Por entre a algazarra, Rampardos sentiu o punho de Garchomp e rodeou- com a sua mão. Os Dragonites tinham aparecido de novo. Estavam a persegui-los. Ouvi um rugido selvagem e Rampardos virou-se e viu Salamence, que também se tinha juntado a luta. Garchomp e Rampardos corriam pela escadaria acima. Só faltavam um passos. Rampardos ia atirando raios eléctricos por cima do ombro, sabendo que tinha acertado em alguém, quando ouvia um grito de agonia. A mão livre de Rampardos, apanhou o arnês, do alcapão. Com toda a força puxou-o. A pedra ficou pendurada de lado, suspensa pelos gonzos. Atirou Garchomp pelo buraco e depois içou-se. Teve um último vislumbre dos Dragonites prestes a lançarem, mais raios e de Salamence a soltar um bramido de fúria antes de fechar um alcapão, estendendo-se ao comprido em cima, a recobrar algumas energias. Certamente iria precisar delas, se Rayquaza era tão casmurro, como Mewtwo, lhe dera a entender.
1-Porque é que o Rayquaza está debilitado?
2-Dará Rayquaza, o que Rampardos e Garchomp procuram?
Descubram no próximo capítulo (ou não...)
--------------------------------------------------------------------
@OnlymexD12- Obrigado ^^. Sim tu vais vê-la a matar *evil laugh*
@Veragolfinho- Essa tua aversão contra a minha fic, quando antes a adoravas dever-se-á ao facto de não ter aceitado ler a tua fic?Uau, que espírito vingativo. PS:Adorava ter o teu nível de português.
@Pokéruler-Mais um post elaborado e tal ;D. Obrigado por me chamares a atenção os erros XD.
@Electro Boy- Obrigado^^. Claro que nem todos os capítulos não odem ser só de acção senão coitado do rampardos, até a dormir tem de lutar, nem que seja com um caterpie D: XD
@Senkrad-Obrigado ^^
@Infernal Blaster- A fúria do Dragão, que está nesta fic, não existe nos jogos. E obrigado ^^
Os gajos que o Gaara e o Rex Detestam:
D - PT,Leafgreen,NORLEON,Rayquaza-X7 e jodh
Se quiserem entrar armem-se em espertinhos na Shoutbox! Banner by Squall Avatar by Gaara
Modificado pela última vez: 27-07-2008 23:41 por Rex Exploder.
Em "possuía uma causa longa(...)", além de possuía dever ser com maiúscula, é cauda e não causa. Depois, em "dragão estalou as garras(...)" falta o determinante "O" no início. Também tens vírgulas em frases em que não erão necessárias, tais como "(...)os ataques do tipo Dragão, aumentavam consideravelmente em(...)". Outra coisa, não era mais fácil eles terem explicado ao Salamence o que vinham fazer e que não queriam fazer mal a Rayquaza, evitando uma batalha. E, por último, como é que os Dragonites conseguiam usar tantos hyperbeams seguidos se é preciso um tempo para recarregar cada vez que se uasa um? Anyway, continua senão serás atacado por um exército de Dragonites e Salamences!
Respostas: Depois de cair na Terra com um meteorito, ainda precisa de uns milénios para recuperar, ou então o Deoxys veio à procura do cristal.
Sim, mas só depois de uma batalha. Já agora, dá jeito o Rampardos aprender o Ice Beam.
Adorei!Tá super hiper mega super fixe.(ri-fixe saiu de moda)
Em relação ao cap do grande sábio, acho que n devia ser o mewtwo, talvez uj slowking sobre dimensionado,uma coia do género.
Adorei ver a coluna de fogo na minha mente, e a respiração do dragão.
Os ataque sdos dragonites tamb´+em estavam muito fixes. tens uma grande imaginação.
Rampardos levantou-se, pesadamente a tremer descontrolada mente. Uma vontade de vomitar parecia tomar conta dele. Deu alguns passos hesitantes e viu Garchomp, no chão da torre, aparentemente bem, apenas com alguns arranhões. Rampardos estendeu uma mão prestativa, que Garchomp aceitou, pondo-se pé por entre alguns gemidos. Enquanto Garchomp se recompunha, Rampardos olhou em volta.O cimo da torre, era do mais simples que podia haver. Apenas algumas pedras, com algumas ervas que cresciam nas junções. Uma pequena muralha de cerca dum metro de altura, rodeava o cimo da torre.A temperatura parecia ter descido uns vinte graus, relativamente á temperatura debaixo do alçapão,que tinham passado a tanto custo.Uma brisa glacial, açoitava-lhe cruelmente a cara. Deu por si a respirar grandes golfadas de ar, sentido o ar a dilacera-lhe os pulmões, quais lascas de gelo. Garchomp entretanto tinha-se aproximado a coxear. Os cúmulos-nimbos dançavam, rasando as paredes da torre, cujo cimo, erguia-se ligeiramente acima das nuvens. No entanto um enorme maciço de nuvens, formava-se á sua frente, havendo apenas uma pequena passagem apertada, que parecia conduzir a um túnel. Então um urro rasgou o ar, e as nuvens de tempestade, que orbitavam sonhadora mente por cima deles, soltaram dois relâmpagos ameaçadora mente, que se precipitaram para a Terra, a sua luz ofuscando os dois pokémons. Rampardos, determinado a obter as suas respostas com a ajuda de Rayquaza, passou pela fenda dos maciços de nuvens, tendo a sensação de passar por um lençol de água gelada. Garchomp apareceu logo atrás dele a praguejar, como normalmente fazia. Rampardos percorreu um estreito caminho, sentido as nuvens fofas, mas frias a acariciarem-lhe o corpo. Cristais de gelo, flutuam, sem peso, leves no ar. Por fim o caminho alargou, e Rampardos rastejou de joelhos furtivamente pelo chão, parando no sítio, onde parecia ser a entrada para uma enorme sala. Garchomp que tinha permanecido oculto, encostado contra as nuvens, ajoelhou-se. Era uma sala circular de enormes dimensões sem tecto ou clarabóia. As paredes de nuvens mal se viam por causa dos objectos que as cobriam: medalhões de ouro, que reflectiam a luz em todas as direcções, frascos, cujo conteúdo brilhava maldosamente, pérolas, conchas, moedas de ouro, certamente feitas por humanos, peles de animais, e outros artigos de variada natureza. No centro daquela riqueza toda, estava um pokémon de proporções enormes, ainda maior que aquele steelix, de cor verde, que se contorcia, com uma expressão de sofrimento no rosto. O pokémon abriu a boca e urro escapou dela, fazendo dois relâmpagos, descenderem dos céus, e a caírem na terra com estrépito. Rampardos incendiou o mapa que tinha consigo, com um pequena labareda, e atirou-o para o chão,onde o mapa se apagou quase instantaneamente. Rampardos, examinou com mais atenção o pokémon. Símbolos circulares, desciam pelo seu corpo de serpente curvilíneo. Nalgumas partes, possuía umas protuberâncias, de pontas vermelhas. Não possuía pernas, apenas uns pequenos braços munidos de grandes garras. Quatro cornos adornavam-lhe a cabeça afilada, dois em cima, dois em baixo. Tinha duas diminutas asas, uma delas num inclinação esquisita, como se tivesse sido dobrada.Na sua boca delimitada por um traço vermelho, destacavam-se dois colmilhos em cada mandíbula.No final da sua cauda, tinha um protuberância de três pontas, contornada de vermelho.O pokémon mandou mais um urro, e de novo mais uns relâmpagos, desceram das nuvens. Rampardos ignorou as tentativas vigorosas de Garchomp, para impedir de se aproximar o pokémon.
-Tu estás doido?!- Repetia Garchomp, incessantemente- Ele é Rayquaza. Ele vai-te trucidar!
-Larga-me!- Disse Rampardos em tom categórico.-Sei o que faço!
-Eu vou contigo- Decidiu Garchomp- Pelo menos acho que consigo que o Rayquaza, não nos aniquile logo que nos vir.-Revirou os olhos-Vamos.
Rampardos avançou por entre montanhas de jóias, de tempos remotos, seguido de Garchomp Parou ao pé de Rayquaza, que ainda se contorcia. Este abriu os olhos cerrados de dor. Olhos amarelo-vivo, cujo cujo olhar o trespassava como agulhas.Rayquaza olhou-os, com uma careta de dor no rosto, enquanto mastigava mais um berro. Duas pequenas formas de vida, á sua frente, duas pequenas formas de vida que tinham chegado aos seus domínios. Mas como teriam passado por Salamence e o seu exército. Aqueles dois teriam-nos derrotado?Não, com certeza que não. estavam bem treinados. Talvez os tivessem distraído. Era uma hipótese com o mínimo de fundamento. Eles não podiam sair vivos dali...
-Rayquaza- Começou Garchomp-Nós precisamos da tua aju...
BOOOOOOOOOOM!!!!
Rampardos atirou-se sobre garchomp, desviando-o do caminho, mesmo antes dum raio de energia laranja proveniente da boca de Rayquaza. Rampardos e Garchomp correram o mais que puderam e abrigaram-se por detrás dum monte de cálices de ouro e pérolas dum branco leitoso. Os dois pokémons deixaram-se escorregar com os joelhos quase a chegarem ao queixo e a arfarem ruidosamente.
-Acho que o Rayquaza não está muito inclinado para negociar, não achas?-Indagou Garchomp,quando Rayquaza mandou mais um grito de agonia, olhando para Rampardos.
-Tens uma graça...-Comentou Rampardos- A única maneira de termos o cristal...é procurando.
-Estás doido!?-Inquiriu garchomp-Há aqui centenas, senão milhares de cristais e pérolas! Vai ser muito difícil conseguir descobri-lo!
-Nós conseguimos-Retorquiu Rampardos, com uma piscadela de olho- Deve ter uma cor diferente dos outros cristais. Vamos lá procu...
A cauda apareceu sabe-se-lá-donde e atingiu o monte de cálices e pérolas, onde Garchomp e Rampardos estavam abrigados. Uma chuva dessas preciosidades, despenhou-se e falhou por pouco os dois pokémons, que caíram no chão uns metros á frente. Ainda não refeito daquela emoção Garchomp sugeriu agachado por entre moedas de humanos juntamente com Rampardos:
-Vamos-nos separar.Assim temos mais hipóteses!
-Certo- Assentiu Rampardos com a cabeça.Vou contar até três. Um!-Um raio de energia laranja passou-lhes rente a cabeça-Dois!...E...TRÊS!!
Garchomp desatou a correr, á procura do cristal.Mas Rampardos deixou-se ficar onde estava. Era impossível fugir de Rayquaza. Ele iria apanhá los de qualquer forma. A boca de Rayquaza escancarou-se e dentro dela começou a formar-se uma enorme bola de energia azul-claro. Rampardos ajoelhou-se e pôs o braço direito a frente da cara. Algumas taças e medalhões foram arremessados para o ar e um segundo depois, Rampardos levitava a toda a velocidade em direcção a Rayquaza, as chamas que lhe tinham subido a garganta a acariciarem-lhe os rebordos da boca e a língua. O impacto estava a segundos de se realizar. Rampardos estava quase e mandar todo o seu poder de fogo. Mas de repente Rayquaza desapareceu subitamente. Rampardos olhou em volta á procura dele totalmente confuso. Então ouviu um grito de Garchomp. Rampardos virou-se a tentar reprimir as chamas que teimavam em querer sair, e ele era Rayquaza, a avançar até ele a toda a velocidade, o seu corpo curvilíneo a enrolar-se e a desenrolar-se constantemente, a bola de energia azul-claro maior que nunca...
Rampardos avançou para ele. A colisão era certa. Três metros separavam Rampardos de Rayquaza. Rampardos deixou as chamas fluírem como uma onda e a bola de energia de Rayquaza implodiu. Os dois ataques colidiram. E então Rampardos sentiu várias emoções ao mesmo tempo. Uma dor lancinante...vozes ao gritos cada vez mais longe...memórias que deslizavam pelos seus olhos...a sensação de cair por um longo túnel...O ruído do sangue a espirrar, bastante ampliado...
Garchomp observava impotente a espessa cortina de fumo que se tinha formado quando os ataques dos dois combatentes colidiram, a espera dum sinal de que Rampardos estava vivo...